Esta obra abrange o processo de evolução das teorias de enfermagem, seu metaparadigma e as características básicas. Integra nove teorias de enfermagem, as quais despertam para um agir sistematizado, reflexivo, revestido pelo conhecimento científico, propiciando à enfermagem um corpo de conceitos que garantem sustentabilidade, competência clínica e, consequentemente, autonomia profissional. Dentre elas estão a Teoria da Adaptação, de Callista Roy, a Teoria do Deficit do Autocuidado, de Dorothea Orem, a Teoria Ambientalista, de Florence Nightingale, a Teoria do Alcance de Metas, de Imogene King, a Teoria das Necessidades Humanas Básicas, de Wanda de Aguiar Horta, a Teoria do Cuidado Transcultural, de Madeleine Leininger, a Teoria de Sistemas, de Betty Neuman, a Teoria do Relacionamento Interpessoal, de Hildergard Peplau, e a Teoria do Cuidado Transpessoal, de Jean Watson.
Neste contexto, as teorias de enfermagem, longe de serem meros conteúdos teóricos, traduzem em seus conceitos e modelos o infinito do trabalho profissional da enfermagem, fortalecendo essa ciência.
O livro também destaca casos clínicos, proporcionando ao aluno de enfermagem e ao profissional da área coerência em suas ações, fundamentadas cientificamente, permitindo a construção de um processo sistematizado.
Certamente, esta leitura abre espaços de discussão para que as práticas possam ser revistas, a partir de um aprofundamento teórico, em busca da construção da ciência enfermagem.